segunda-feira, maio 28

General Lord George Henry Lennox


General Lord George Henry Lennox (1737 – 1805)



Era filho do General Charles Lennox (1701-1750), 2º duque de Richmond, de Lennox e d'Aubigny, conde de March - famoso pelo seu apoio ao Cricket - e de Lady Sarah Cadogan, filha do General William Cadogan, 1º conde de Cadogan. Lord George Lennox era bisneto do rei Carlos II, por varonia. Apesar da sua ilustre varonia Stuart, o general Charles Lennox não teve dúvidas em apoiar a dinastia de Hnnover tendo servido sob as ordens do Duque de Cumberland, contra o levantamento Jacobita em 1745, chefiado por Bonnie Prince Charlie, desigandamente na Batalha de Culloden em 1746.

Lord George Lennox casou em 1759 com Lady Louisa Kerr, filha de Sir William Henry Kerr, 4º marquês de Lothian – ajudante-de-campo do citado duque de Cumberland na batalha de Culloden - e de Lady Caroline Darcy.
Seu filho Charles Lennox (1764-1819) acabaria por suceder, em 1806, no título e na Casa, como 4º duque de Richmond, devido à morte sem geração de seu tio paterno o 3º duque de Richmond.

Tendo casado com uma filha do 4º duque de Gordon, chefe do poderoso clan Gordon apoiantes dos Stuarts, seu filho Charles Lennox acabaria por herdar a fortuna dos Gordon, após a morte sem geração de seu tio materno George Gordon, 5º duque de Gordon.

George Lennox foi Coronel do 33rd Regiment of Foot até 1762, tendo combatido na guerra dos Sete Anos, na Alemanha e em França, participando nas batalhas Minden e Campen.

Posterioremente foi nomeado Coronel do King's Own Scottish Borderers.

Lord George Lennox usou um ex-líbris com as armas de Lennox partido de Kerr, seguindo uma tradição heráldica em uso na Inglaterra.

F 18146

Museu de Guttenberg - Colecção de Ex-Líbris

Jost Amman (1539–1591)
(from Meggs, Philip B. A History of Graphic Design. John Wiley & Sons, Inc. 1998. (p 64))

O Museu de Gutenberg foi fundado em 1900, meio século após o nascimento de Gutenberg, por iniciativa de um grupo de cidadãos de Mainz que pretenderam assim homenagear o inventor da imprensa. Gutenberg inventou e aperfeiçoou os tipos móveis – já utilizados pelos Chineses – mas desta feita fundidos em metal, o que permitia a sua reutilização, bem como a prensa, que estiveram na base da tipografia.
Tratou-se de uma revolução tecnológica que veio a permitir a difusão do conhecimento em larga escala e que contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da cultura e ciência na Europa. Mais cf. Pedro João Gaspar. O Milénio de Gutenberg : do desenvolvimento da Imprensa à popularização da Ciência.
Começando por ser um repositório das artes do livro e da tipografia, incluindo a escrita e as técnicas de impressão de várias culturas, o Museu acabou por alargar o seu âmbito incluindo secções dedicadas às artes do livro, ex-líbris, artes gráficas, prelos, posters, papel e outras.
Os ex-líbris – que nasceram e se desenvolveram graças à invenção da imprensa – não podiam deixar de estar presentes neste Museu que possui é uma das melhores que se podem encontrar em instituições públicas. Isto, a par das do British Museum, da Bayerische Staatsbibliothek (Munique), do Germanisches Nationalmuseum (Nuremberga), da Österreichische Nationalbibliothek (Viena) e, para os ex-líbris contemporâneos a do Frederikshavn Kunstmuseum (Dinamarca).