terça-feira, julho 28

Ex-Líbris Heráldicos Alemães

O Dr. Bernhard Peter, de Koblenz, dedica várias páginas do seu Portal «Heraldische Exlibris», aos Ex-Líbris Heráldicos alemães.
Entre os artistas tratados incluem-se:
Franz Ignaz Heinrich Hefner (1756-1846) Christian Bühler (1825-1898) Adolf M. Hildebrandt (1844-1918) (ver…) Alexander von Dachenhausen (1848-1916) Clemens Kissel (1849-1911) Ernst Krahl (1858-1926) (ver…) Otto Hupp (1859-1949) (ver…) Paul Voigt (1859-1924) Lorenz M. Rheude (1863-1939) (ver…) Jean Kauffmann (1866-1924) Carl Roschet (1868-1925) Georg Otto (1868-1939) Oskar Roick (1870-1926) Alexander Liebmann (1871-1938) Emil Gerster (6.8.1876 - 22.6.1937) Com excelentes reproduções e anotações (em alemão).

terça-feira, julho 21

Don Antonio Cánovas del Castillo

Antonio Cánovas del Castillo (1828-1897), Cav. Tosão d’Ouro, GC Ordem Piana
Presidente do Conselho de Ministros, chefe do Partido Conservador, Académico da Academia de História, historiador, jornalista, bibliófilo e eminente político espanhol do século XIX.
Casou duas vezes, a 1ª em Outubro de 1860 com María de la Concepción (Conchita) Espinosa de los Monteros y Rodrigo de Villamayor, (1840 – 1865), filha do Tenente-Coronel Jacobo María Espinosa de los Monteros, 4º Barão del Solar de Espinosa e de María de la Concepción Rodrigo de Villamayor y Fernández de Luz; a 2ª, em 1887, com Joaquina de Osma y Zavala (Lima, c 1855 – 1908), 1ª duquesa de Cánovas Del Castillo, Grande de España (4.9.1897), filha de Joaquín José de Osma y Ramírez de Arellano, ministro Plenipotenciário da República do Perú em Londres, Washington e Madrid, e de Ana de Zavala y la Puente, 3ª marquesa de la Puente y Sotomayor, 1ª marquesa de la Puente, Grande de España (http://www.grandesp.org.uk/resources/pictarmas/c/p_canovascastillo.htm)
Canovas del Castillo constitui uma biblioteca de mais de 35.000 volumes e manuscritos que se dispersou após a sua trágica morte em 1897, assassinado em Biscaia. Parte da biblioteca porém foi adquirida por outro grande bibliófilo José Lázaro Galdiano que fielmente não só manteve as marcas de posse nos livros adquiridos, como mandou apor o superlibros de Canovas del Castillo nas lombadas dos livros que resolveu mandar reencadernar devido ao seu estado deteriorado (cf. Juan Antonio Yeves Andrés, cánovas y lázaro: dos bibliófilos de fin de siglo: madrid, fundación lázaro galdiano, 1999).
Em 1875, o rei Alfonso XII fê-lo Cavaleiro da Ordem do Tosão de Ouro.
Usou o ex-líbris heráldico que se reproduz com as armas envoltas no colar da Ordem do Tosão de Ouro e, um outro, desenhado por Eulogio Varela, gravado pela Casa Stern, feito cerca de 1880, de acordo com notícia de Benoit Junod. No ex-líbris ostenta armas assumidas, a saber: «Escudo partido: 1: en campo de azur una faja de oro acompañada en jefe de tres estrellas con ocho rayas de plata, y bordura de de oro dimidiada (Cánovas); 2: en campo de oro una torre de plata abierta de sable, y bastón de sable moviente en banda desde la puerte hasta en flanco siniestro, y bordura de gules cargada de ocho besantes de oro (del Castillo)» (ver http://www.grandesp.org.uk/resources/pictarmas/c/p_canovascastillo.htm

segunda-feira, julho 20

Samuel Hollyer Jr.

Samuel Hollyer Jr. (1826-1919)
Samuel Hollyer Jr. (1826-1919), filho de Samuel Hollyer (1797-1883), gravador e editor, nasceu em Londres onde aprendeu e se exercitou na arte da gravura a buril, com os irmãos Edward and William Finden. Em 1851 visitou os Estados Unidos onde trabalhou como ilustrador para editores até 1860, data em que regressou a Inglaterra. Em 1866, porém, decidiu emigrar para os EUA com os seus irmãos tendo-se fixado em Guttenberg, no Estado de Nova Jérsia e abrindo um estúdio em Nova Iorque. Nas suas criações como ilustrador de livros ou para coleccionadores de gravuras, utilizava várias técnicas de gravura em metal como a gravura a buril, a ponta seca, à maneira negra ou mezzotint e a água-forte. Tornou-se famoso pela sua mestria no retrato de personagens famosos, nas paisagens e também como artista criador de ex-líbris. Mais: cf. Peter Walker’s The Hollyer Family

domingo, julho 12

1º Marquês de Wellesley

Richard Colley Wellesley, KG PC (1760 – 1842), 2º conde Mornington, 1º marquês de Wellesley
Richard Wellesley era o filho primogénito de Garret Wesley, 1º conde de Mornington (1735-1781) e de sua mulher Anne Hill-Trevor, filha mais velha do banqueiro Arthur Hill-Trevor, 1º Lord Dungannon. Teve como irmãos o Hon. William Wellesley-Pole, 1º Barão de Maryborough (1763–1845), Arthur Wellesley, 1º Duque de Wellington, Príncipe de Waterloo (Países-Baixos), Duque de Vitória, Marquês de Torres Vedras e Conde do Vimeiro (em Portugal) (1769-1852) e de Henry Wellesley, 1º barão de Cowley (1773 – 1847). Sendo fiel apoiante de William Pitt, the Younger, foi por este nomeado Lord of the Treasury, em 1784, e mais tarde, em 1797, Governador-Geral da Índia. Sob a sua administração, o poder Britânico sobre a Índia expandiu-se enormemente com a derrota militar dos Franceses e dos seus aliados, nomeadamente o Nizam de Hyderabad e o bravo Sultão Tippoo, e a subsequente submissão dos Maratha e dos restantes príncipes ao domínio Britânico. Ficaram assim lançadas as bases do domínio Imperial Britâncio sobre a Índia. Em 1783, com a fundação da Ilustríssima Ordem de São Patrício, o rei Jorge III nomeou Lord Mornington cavaleiro da Ordem e, em 1799, concedeu-lhe o título de Marquês de Wellesley (no pariato da Irlanda). Em 1809, durante a Guerra Peninsular, Lord Wellesley foi nomeado embaixador junto da Junta de Cádiz, Espanha e em Dezembro, a seguir à demissão de George Canning, que conduziu à queda do ministério do Duque de Portland, ascendeu a Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, no ministério de Spencer Perceval, cargo em que se manteve até 1812, quando foi substituído por Lord Castlereagh. Lord Wellesley foi um defensor da Emancipação Católica e um crítico do Congresso de Viena e dos arranjos diplomáticos para a Europa que dele emanaram, designadamente, da destruição da República de Veneza e da partição da Polónia. Em 1821 foi nomeado Lord Lieutenant of Ireland e favorecendo a emancipação Católica reprimiu com vigor os excessos Orangistas. Em 1828, Lord Mornington demitiu-se com a chegada ao poder de seu irmão Lord Wellington fervoroso opositor da emancipação Católica. Da sua antiga amante Hyacinthe-Gabrielle Roland, com quem se tinha casado em 1794, Lord Mornington teve una filha Anne Wellesley (1788 - 1875) que casou em primeiras núpcias, em 1806, com Sir William Abdy, 7º Baronete; e após ter obtido o divórcio, em 2as. núpcias, em 1816, com o seu amante e amigo de seu primeiro marido Lord William Charles Augustus Cavendish-Bentinck, filho mais novo de William Cavendish-Bentinck, 3º Duque de Portland e de Lady Dorothy Cavendish. Através do seu terceiro filho - o Reverendo Charles William Frederick Cavendish-Bentinck (1817- 1865), foram avós de S.M. a Rainha Mãe e pelo filho mais novo Ten.-General Arthur Cavendish-Bentinck (1819 - 1877) casado com Elizabeth Sophia Hawkins-Whitshed they foram avós de William Cavendish-Bentinck, 6th Duke of Portland. F. 31282 Armas: Esquartelado de Wellesley e Colley envolto pelo Colar da Ordem de S. Patrício contend a divisa da Ordem num anel (Quis separabit?) e a data da fundação da Ordem. O ex-líbris deve ser posterior a 1783, quando Lord Mornington foi feito cavaleiro da Ordem de S. Patrício e anterior a 1799, data em que foi elevado a marquês de Wellesley, tendo recebido acrescentamentos honrosos nas armas e timbres. Fontes: Sir Bernard Burke, A genealogical and heraldic dictionary of the peerage and baronetage of the British Empire : London : Harrison, 1889 Richard Wellesley Wellesley, The Despatches and Correspondence of the Marquess Wellesley, K. G.: During His Lordship's Mission to Spain as Ambassador Extraordianry to the Supreme Junta in 1809, Robert Montgomery Martin, Editor : London : J. Murray, 1838 William Holden Hutton. The Marquess Wellesley, K.G., Clarendon press, 1893 Om Prakash (ed.). Encyclopaedic History Of Indian Freedom Movement – Lord Wellesley and Policy Expansion. Vol. 12 : New Delhi, Anmol Publs., 2002

De Bombelles, Marquise de Louvois

Marc Jeanne Henriette Victoire de Bombelles, marquise de Louvois
Filha de Henri François conde De Bombelles (1680 - 1760) senhor de Orangis e de Lavau, comendador da Real Ordem Militar de S. Luís, Tenente-General dos Exércitos Reais, Governador do duque de Chartres e gentilhomem da Câmara do duque de Orléans. Era irmã, entre outros, do famoso Embaixador Marc Marie de Bombelles, marquês de Bombelles senhor dos feudos de Worlk e de Achenheim, na Alsácia, que nasceu em Bitche a 8 de Outubro de 1744, tendo sido nomeado por Luís XVI, em Junho de 1785, Embaixador em Lisboa. Casou em Janeiro de 1782 com Louis Sophie le Tellier de Souvré (n. 1740) marquês de Louvois, coronel do Real Regimento de Cavalaria do Russilhão, tenente-general no governo da Navarra e Béarn, brigadeiro de cavalaria dos Reais Exércitos, que era filho de de François Louis le Tellier de Louvois marquês de Souvré, tenente-general dos Reais Exércitos e cavaleiro das reais ordens e de sua mulher Félicité de Sailly.
Gravura a buril em cobre (séc. XVIII). O primeiro escudo é um esquartelado de Le Tellier e Souvré; o segundo um esquartelado com as armas de Bombelles. Fontes: Germaine Meyer-Noirel, Rép. général des ex-libris français : B1376 ; Jean Baptiste Pierre Jullien de Courcelles. Histoire généalogique et héraldique des pairs de France: des grands dignitaires de la couronne, des principales familles nobles du royaume et des maisons princières de l'Europe, précédée de la généalogie de la maison de France, vol. 2, 1822, pp. 10-17

quarta-feira, junho 10

Deutsche Exlibris-Gesellschaft e.V. (DEG)

A prestigiada e centenária «Associação Alemã de Ex-Líbris» (Deutsche Exlibris-Gesellschaft e.V. (DEG), fundada em 1891 tem um excelente Portal e recentemente permite o download da sua revista periódica - «DEG-Mitteilungen»:

Mitteilungen 2009 - 1 (Download als pdf [1.955 KB] )

Único senão está publicada unicamente em língua alemã, no entanto dasa a profusa ilustração com ex-líbris de vários artistas do passado e contemporâneos, vale a pena a visita.

Mais...

Gioseppe Cacherano

Conte Guiseppe Cacherano (f. 1826)
Nascido em Bricherasio, Turim, no Piemonte, numa famílai nobre de Asti, formou-se em Leis em 1789 e no ano seguinte foi nomeado Reitor da Universidade de Turim. Em 1791 foi ordenado sacerdote e em 1796, capelão do rei da Sardenha.
Fonte: #199, Jacopo Gelli, Gli Ex Libris Italiani, reed., Milão, Cisalpino - Goliardica, 1976

sábado, março 7

Major-General Sir Robert John HARVEY

Major-General Sir Robert John HARVEY, CB, KTS, FRS, FAS (1785-1860) Mousehold House, Norwich
Era filho de John Harvey, Esq, de Thorpe Lodge, Norfolk e de Frances Kerrinson, filha de Sir Roger Kerrinson, de Brooke House. Em 1815 casou com a sua parente Charlotte Mary, filha de Robert Harvey, Esq., de Watton. Foi um dos Oficiais Ingleses que se distinguiu ao serviço do Exército Português durante as Campanhas da Guerra Peninsular. Em Março de 1809 integrou a força expedicionária que foi enviada para Portugal sob o comando do Major-General Lord Hill, sendo Capitão do 53º Regimento de Infantaria. Um ano depois foi promovido a Major e nomeado Adjunto do Quartel-Mestre-General do Exército Português agregado ao quartel-general do Comandante-em-Chefe do Exército, o Marechal William Carr Beresford. Em 1811, o Marechal Beresford destacou o Major Harvey para o Quartel-General do Marechal Lord Wellington - Comandante-em-Chefe do Exército Aliado, como oficial de ligação com as tropas Portuguesas no terreno e nomeou-o Chefe-do-Estado-Maior do Exército na sua ausência, cargos que exerceu até ao final da Guerra em 1814[1]. Destacou-se particularmente na organização de 9 corpos de guerrilha[2] e das Ordenanças e na montagem de um serviço de informações devido às suas notáveis capacidades linguísticas e ao perfeito domínio do Francês e do Alemão. Participou, nomeadamente, nas seguintes acções ou batalhas: Porto, Buçaco, Salamanca, Vitoria, Pirinéus, Nive, Nivelle, Orthez e Toulouse e nos cercos de Ciudad Rodrigo, Burgos, Badajoz e San Sebastian. Após a captura de Badajoz, em Abril de 1812, Harvey foi promovido a Tenente-Coronel do Exército Português e, após as batalhas de Salamanca e de Vitoria, sob recomendação do marechal Lord Wellington, foi também promovido a Tenente-Coronel no Exército Britânico, Pelos seus brilhantes e destacados serviços na Guerra Peninsular, o Príncipe-Regente D. João conferiu-lhe em 17 de Dezembro de 1815, o grau de cavaleiro da Ordem da Torre e Espada[3]. Foram-lhe também concedidas por D. João VI, a hoje rara, Medalha de Comando das Campanhas da Guerra Peninsular (10), [Buçaco / Ciudad Rodrigo / Badajoz / Salamanca / Vitoria / Pirinéus / Nivelle / Nive / Orthez / Toulouse] e, a Cruz de Condecoração da Guerra Peninsular para Oficiais, de Ouro (5 campanhas) (O.D. 31 / 1820)[4]. Em data que se ignora, mas certamente posterior a 1826, o Major-General Sir Robert John Harvey foi também agraciado com o grau de comendador da Ordem Militar de Avis. Jorge - Príncipe-Regente da Grã-Bretanha, não só lhe concedeu autorização para usar a Torre e Espada, por Alvará, de Maio de 1816, como o nobilitou, concedendo-lhe o título de cavaleiro em 6 de Fevereiro de 1817[5], a que acresceu a concessão da Ordem do Banho, no grau de Companheiro, em 1831. Existe um retrato - em gravura aberta a buril por Charles King, segundo um pintura de T. Stewardson Esqr, datada de 1821) - no qual Sir Robert John Harvey exibe orgulhosamente as suas condecorações Portuguesas – a insígnia de Cavaleiro da Ordem da Torre e Espada, a Medalha de Comando das Campanhas da Guerra Peninsular (10) e a Cruz de Condecoração da Guerra Peninsular para Oficiais, de Ouro bem como, a Britânica Army Gold Medal (Orthez). A insígnia da Ordem de Avis não figura neste retrato o que prova que à data ainda não a tinha recebido. Sir Robert John Harvey usou também dois ex-líbris heráldicos nos quais ostentou as suas condecorações, mormente a ordem da Torre e Espada. O primeiro (v. ilust.) [6] com armas de Harvey, de Thorpe, com um escudete sobreposto com as armas de Harvey, com vários acrescentamentos honrosos: chefe, de vermelho, carregado da Army Gold Medal (Orthez) entre dois crescentes, de prata; e, um cantão, de arminho, carregado da insígnia de cavaleiro da Ordem da Torre e Espada[7]. Pendente do escudo, também a insígnia da Ordem da Torre e Espada o que ocorre raramente em armas Britânicas, demonstrando o alto apreço em que Sir Robert John Harvey tinha esta distinção. Sir Robert J. Harvey possuiu outro ex-líbris heráldico de confecção mais modesta, em stencil, em que já figura a insígnia de comendador da Ordem Militar de Avis pendente do escudo[8]. As condecorações do Major-General Sir Robert J. Harvey dispersaram-se, vendidas em leilões, nomeadamente da Christie, em 24.04.1992 e da Spink, em 25.09.2001, segundo amável informação de Paulo Estrela. Agradeço ao Paulo Estrela o valioso apoio no esclarecimento das condecorações da Guerra Peninsular do Major-General Sir Robert J. Harvey.
[1] Para detalhes da sua carreira militar cf. o Obituário publicado no «The Gentleman's Magazine», London, 1860, pp. 191-193 [2] H G Hart, Hart's Annual Army List, Militia List, and Imperial Yeomanry List, J. Murray, 1845, p. 26 [3] Paulo Estrela, Ordens e Condecorações Portuguesas 1793-1824, Lisboa, Tribuna da História, 2009, p. [4] ibidem, pp. [5] Francis Townsend, Calendar of Knights: Containing Lists of Knights Bachelors, British Knights of Foreign Orders ..., W. Pickering, 1828, pp. 30 and 92 [6] cf. Franks Collection Catalogue, # 14013, vol. 2, p. 29 [7] John Burke & John Bernard Burke, The Knightage of Great Britain and Ireland, London, 1841, pp. 169-170 and Burke's Genealogical and Heraldic History of the Landed Gentry, Vol 1, London, Henry Colburn, 1847, p. 544 [8] John Blatchly, Elegant Economy: the stencilled ex-libris, in «The Bookplate Journal», Vol. 4, #1, March 2006, p.37, referindo a Ordem de Avis, see, Hart’s, ibidem, p. 471

quarta-feira, março 4

Contra-Almirante Thomas Western

Contra-Almirante Thomas WESTERN (1761-1814), de Tattingston Place, co. Suffolk, propriedade herdada em 1808 de Thomas White primo de seu pai
Filho segundogénito de Thomas WESTERN (1735-1781) de Walcot Church, Bath e de Jane CALVERT. Foi casado com Mary BURCH (1777-1856) n. nas Bermudas, Índias Orientais. O ex-líbris com as armas do titular, e rodeado de troféus, ostenta as insígnias da Ordem de Torre e Espada (mal representadas, uma vez que a placa deveria ter uma estrela de seis raios). O então Capitão Thomas Western comandava o navio «London», que integrava a esquadra Inglesa, sob o comando do Comodoro Moore, que escoltou a Família Real na sua viagem para o Brasil. Recebeu a Ordem da Torre e Espada, no grau de comendador, em 17 de Dezembro de 1808. Ver A ordem da Torre e Espada – II Centenário (1808 – 2008) ________________ Bibliografia: Paul Latchan, Bookplates in the Trophy Style, London, The Bookplate Society, 2006, plate #244, p 158. ___________ [i] Cf. Calendar of Knights: Containing Lists of Knights Bachelors, British Knights of Foreign Orders ...: London, W. Pickering, 1826

terça-feira, fevereiro 17

Konstantin Antioukhin (Ucrânia)

O Artista Konstantin ANTIOUKHIN - pintor, gravador nasceu em Kiev em 1965, é diplomado pela State School of Fine Arts e estudou desenho e pintura na Escola de Agafonov. Dedicou-se ao ex-líbris e tem participado desde 1994 em numerosos Concursos Internacionais de Ex-Líbris. Expôs na Holanda, na Bélgica e nos E.U.A., Alemanha, Itália, China e Japão.
Galeria DMD com biografia e trabalhos do artista

O Cão no Ex-Líbris - II

E. de Koster
D. Bekker D. Bekker
Eva Kaskova
E. de Koster
A. Kalschnikow
Bruno Héroux

O Gato no Ex-Líbris - III por N.Kazimova

Nina Kazimova nascida em 1952 em São Petersburgo, diplomou-se em Arquitectura e foi aluna do pintor German Pakharevsky num curso de técnica artísitca. A maioria dos seus ex-líbris são executados em técnica mista, com recurso predominante à calocografia.

O Gato no Ex-Líbris - II

Kmielauskas
K. Antioukhin
D. Bekker D. Bekker
Naidenov
L. Stroganov
L. Stroganov
Max Kislinger
Petr Melan
Pauwells

O Gato no Ex-Líbris